Advogado Ricardo Felgueiras: vigarista
Contratei o advogado Ricardo Felgueiras http://rfelgueirasadvogados.pt/ para tratar de um assunto delicado de direito sucessório, relacionado com uma herança e possíveis questões de inoficiosidade.
Como é habitual nestes casos, foi-me solicitado o pagamento de uma provisão de fundos, que paguei de boa-fé, acreditando que o trabalho seria iniciado com a diligência esperada de um profissional da advocacia.
O problema começou depois.
O tempo passou.
As respostas tornaram-se escassas.
Os avanços no processo, inexistentes.
Apesar de vários contactos e tentativas de obter esclarecimentos, nenhuma atuação concreta foi realizada, nenhum passo efetivo foi dado no sentido de resolver o assunto que motivou a contratação. Ainda assim, a provisão de fundos nunca foi devolvida, nem devidamente justificada com trabalho prestado.
Não escrevo este texto por impulso ou vingança. Escrevo-o por frustração, por desgaste emocional e por uma profunda sensação de desproteção enquanto cliente. Quando alguém recorre a um advogado, fá-lo geralmente num momento sensível da vida — heranças, conflitos familiares, perdas. O mínimo que se espera é transparência, comunicação e respeito.
Uma provisão de fundos não é um pagamento cego: pressupõe trabalho, diligência e prestação de contas. Quando nada acontece e o silêncio se instala, o prejuízo não é apenas financeiro — é também psicológico.
Este relato é apenas isso: a descrição da minha experiência pessoal, baseada em factos, pagamentos efetuados e ausência de serviço correspondente. Cada leitor tirará as suas próprias conclusões.
Partilho esta história porque acredito que falar também é uma forma de proteção, não só para mim, mas para outras pessoas que possam vir a encontrar-se numa situação semelhante. A confiança é a base da relação entre advogado e cliente — e quando ela se quebra, algo precisa ser dito.


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